quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

S.Valentim


História de São Valentim
 
  • Diz-se que o imperador Cláudio pretendia reunir um grande exército para expandir o império romano.
  • Para isso, queria que os homens se alistassem como voluntários, mas a verdade é que eles estavam fartos de guerras e tinham de pensar nas famílias que deixavam para trás...
  • Se eles morressem em combate, quem é que as sustentaria?
  • Cláudio ficou furioso e considerou isto uma traição. Então teve uma ideia: se os homens não fossem casados, nada os impediria de ir para a guerra. Assim, decidiu que não seriam consentidos mais casamentos.
  • Os jovens acharam que essa era uma lei injusta e cruel. Por seu turno, o sacerdote Valentim, que discordava completamente da lei de Cláudio, decidiu realizar casamentos às escondidas.
  • A cerimónia era um acto perigoso, pois enquanto os noivos se casavam numa sala mal iluminada, tinham que ficar à escuta para tentar perceber se haveria soldados por perto.
  • Uma noite, durante um desses casamentos secretos, ouviram-se passos. O par que no momento estava a casar conseguiu escapar, mas o sacerdote Valentim foi capturado. Foi para a prisão à espera que chegasse o dia da sua execução.
  • Durante o seu cativeiro, jovens passavam pelas janelas da sua prisão e atiravam flores e mensagens onde diziam acreditar também no poder do amor.
  • Entre os jovens que o admiravam, encontrava-se a filha do seu carcereiro. O pai dela consentiu que ela o visitasse na sua cela e aí ficavam horas e horas a conversar.
  • No dia da sua execução, Valentim deixou uma mensagem à sua amiga (por quem dizem que se apaixonou), agradecendo a sua amizade e lealdade.
  • Ao que parece, essa mensagem foi o início do costume de trocar mensagens de amor no dia de S. Valentim, celebrado no dia da sua morte, a 14 de Fevereiro do ano de 269.
  • Pesquisado em:/http://www.junior.te.pt/

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Ao longo da tua vida escolar, uma das tarefas mais importantes com que te vais deparar é a realização de trabalhos. Ora isto muitas vezes levanta vários problemas. Como e por onde começar? Onde encontrar a informação necessária? O que fazer com essa informação? Como organizar e apresentar a informação? Com este guia vamos ensinar-te a resolveres os problemas de informação, utilizando um modelo em seis etapas, que normalmente se designa de Modelo Big 6 (as seis grandes).
O Modelo Big 6 organiza-se em seis etapas:
1. Definição da tarefa a realizar
2 . Estratégias de pesquisa de informação
3. Localização e acesso
4. Utilização da informação
5. Síntese
6. Avaliação

Vamos ver o que deves fazer em cada uma:
O teu primeiro contacto com o trabalho deverá ser o tema que o professor ou tu próprio definiram para o trabalho. E aqui coloca-se a primeira importante questão. Será que percebes exatamente aquilo que o professor pretende com o trabalho? O tema está claramente definido e ao alcance das tuas capacidades?
Dica: não escolhas um tema muito vasto. Mesmo que o tema seja geral, procura tratá-lo de forma a reduzires o âmbito da pesquisa. Ex.: em vez de um trabalho sobre desporto, escolhe um trabalho sobre um determinado tipo de desporto, e, se possível, restringe o seu âmbito geográfico à tua freguesia ou cidade,ou o que tu gostas de praticar.


Depois de saberes com precisão qual é o tema a pesquisar, o passo seguinte é determinares de que tipo de informações precisas para esse tema.
Deverás estabelecer um plano de trabalho e definir o tempo máximo para completar cada um dos passos.
A segunda etapa consiste em descobrires onde deves procurar informação para o tema e quais as melhores fontes de informação ao teu dispor. É tempo de perguntares:
Como e onde devo procurar?
Quais são as fontes de informação disponíveis?
Quais são as melhores?
Quais são os métodos alternativos de obter informação?
No biblioteca da escola podem ajudar-te a definir uma estratégia de pesquisa, indicando-te os sítios onde podes encontrar informações sobre o tema do teu trabalho. Não te esqueças de que, além da Internet, tens disponíveis os livros da biblioteca, enciclopédias, jornais, revistas, etc. Aprende a identificar para cada tema a fonte de informação que te poderá ser mais útil. Tenta encontrar um conjunto de palavras-chave para usares na tua pesquisa.


Depois de localizares e acederes a uma fonte de informação, deves ler, visualizar, ouvir e interagir com a informação disponível e decidir que aspectos são úteis para o teu trabalho.
Deverás extrair a informação necessária tomando notas, fazendo resumos, preenchendo uma grelha, fazendo um esquema ou um gráfico, registando numa base de dados, etc. Deverás descartar a que não é relevante.
Dica: à medida que vais tomando notas, não te esqueças de ires referenciando o autor dessa informação, para depois a incluíres na Bibliografia. Tens na Biblioteca um guia que ensina a fazer correctamente citações e bibliografias.

Esta etapa envolve a aplicação de todas as informações consideradas necessárias para resolver a tarefa definida na primeira etapa.
Deverás proceder à reestruturação e reorganização da informação dentro de uma nova e diferente forma. Não te limites a reproduzir o que leste ou o que copiaste da Internet. Para o professor têm muito valor as tuas opiniões e conclusões, fundamentadas na informação que reuniste, do que a cópia do que outros fizeram.
O plágio (utilizar trabalhos feitos por outras pessoas e apresentá-los como se fossem nossos), além de ser desonesto, é punível por lei por violar os direitos de autor. Sempre que no teu trabalho utilizares  textos de outras pessoas, deverás colocá-los entre aspas e dizer quem foi o seu autor (através de uma nota de rodapé ou na Bibliografia).

Deves depois pensar na forma como vais apresentar o trabalho: um trabalho escrito? uma apresentação electrónica? uma página de Internet? Escolhe a forma mais adequada de acordo com o tipo de trabalho e a informação reunida, e de acordo com as tuas capacidades
Dica: na Biblioteca encontras guias que te ensinam a apresentar trabalhos sob qualquer uma das formas acima enumeradas.

A última etapa é a da avaliação que tu próprio deves fazer sobre o trabalho realizado. Tenta encontrar resposta para as seguintes perguntas:
A tarefa está completa?
Corresponde às expectativas do professor?
Poderia ter feito melhor?
O que foi que aprendi?
Obtive a informação de que se necessitava?
A informação que encontrei correspondia às necessidades identificadas na primeira etapa

http://www.percursos.net/becre/modelobig6.htm (consultado a 9/02/2014)

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O Gato,O Coelhinho e a Doninha


O Gato,O Coelhinho e a Doninha

Do palácio de um jovem coelho,
Ouvindo seu próprio espelho,
Dona Doninha se apossou.
O dono estando ausente, ela nem se afobou:
Seus penates  levou, aproveitando o instante
Em que ele espairecia, na manhã radiante,
Saudando a aurora que chegou.
Depois de um bom passeio e lauta refeição,
Janjão Coelho voltou à sua habitação.
Nesse instante, a doninha chegou-se à janela.
- Ó, numes hospedeiros, quem seria aquela? -
Indaga o animal expulso do seu lar -
Dona Doninha? então, cai fora!
Pega tuas coisas, sai agora,
Senão, todos os  ratos daqui vou chamar.
A dama do nariz pontudo então refuta,
Dizendo que ela chegou antes.
Belo motivo de disputa:
Uma toca que apenas serve aos rastejantes!
- Mesmo que só coubesse um verme
Neste buraco, cita-me a legislação
Que um dia deu a concessão
De posse a João Coelho usos e tradições:
- A hereditariedade, há tempos iniciada,
A Pedro, meu avô, passou esta morada,
Que, por meu pai Simão, a mim me foi legada.
Pode contra essa lei haver contestações?
- Pois bem, chega de discussões.
Que por Raminagróbis seja então julgada
Esta questão. Tratava-se de um ermitão,
Um gato, com reputação
De judicioso e santo. Gordo e bem nutrido,
Era acatado e obedecido.
João Coelho achou a ideia boa,
E os dois lá foram procurar
A majestade sem coroa.
Arquivelhaco os chama: - viestes-me falar?
Chegai-vos; estou velho e quase não escuto.
Nenhum dos dois pensou que era um ardil astuto,
E dele se acercaram, cheios de confiança.
Arquivelhaco, o penitente,
Num bote duplo, os dois litigantes alcança
E entre os dentes os põe de acordo juntamente,
Isto lembra bastante as disputas que ocorrem
Entre as nações pequenas que às grandes recorrem.

Jean de La Fontaine



Li gostei e vou comentar:

As fábulas para mim são sentimentos,aprendi muitas coisas com elas.
Gostei das rimas das fábulas.São histórias que falam de alegria,de violência e de outras emoções.
Com as fábulas aprendemos outros tipos de texto.
As fábulas dão voz ao animais.
Na fábula O Gato,o  Coelhinlho e a Doninha gostei da fábula, no entanto, não achei justo a doninha ter ocupado a casa do coelhinho.
Não devemos utilizar as coisas das outras pessoas sem autorização .
A doninha podia ter pedido liçença para entrar na casa do coelho essa noite. 
Eu desde que tenho estado a trabalhar no clube de leitura na biblioteca tenho aprendido muito com a ajuda da prof.Kikas e da prof. Altina .
Samuel Santos
Turma 5C Nº18          

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Os Superes Heróis e a Leitura de Fábulas

Hoje lemos:

A Lebre e a Tartaruga

O Roberto leu-nos esta fábula com muito empenho e de forma expressiva.Parabéns ao Roberto.
Interpretamos a fábulas que lemos e chegámos a conclusões muito interessantes.

O Burro e o Cachorinho
A Matilde leu e nós gostámos.Parabéns à Matilde pela leitura.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

O Professor José Júlio leu ...






O professor José Júlio leu e expressou  a sua opinião.


O Diário de ANNE FRANK
 
"A menina que escreveu o seu diário sobre o seu cativeiro (escondido) durante a 2ª guerra mundial .
 Uma história de sobrevivência do Holocausto.
Uma história ....que nos leva a embrenhar numa teia de valores
Uma história para perceber a HISTÓRIA" .

Professor:José Júlio

No Mundo das Fábulas

A fábula é uma narrativa em prosa ou poema épico breve de caráter moralizante, protagonizado por animais, plantas ou até objetos inanimados.Como já podemos verificar nas leituras efetuadas.
 Contém geralmente uma parte narrativa e uma breve conclusão moralizadora, onde os animais se tornam exemplos para o ser humano.
 A fábula teve a sua origem no Oriente, onde existe uma vasta tradição, passando depois para a Grécia, onde foi cultivada por Hesíodo, Arquíloco e sobretudo Esopo.
Os mais famosos escritores de fábulas são Esopo, Fedro e La Fontaine. Este último, criou uma obra-prima intitulada "Fábulas", dividida em 12 livros, onde o autor usa linguagem ágil e expressiva para analisar com mestria a alma e a natureza do ser humano.
Recorda que já lemos algumas deste autor.
O Leão e o Rato
Autor: Esopo 
Não é possível medir a gratidão pelo tamanho do Benfeitor
O Leão e o Rato
Boas ações feitas, bons frutos criados.
Um Leão dormia sossegado, quando foi despertado por um Rato, que passou a correr sobre seu rosto.
Com um gesto ágil apanhou-o, e estava pronto parao  matar, ao que o Rato suplicou:
"Ora, veja bem, se o senhor me poupasse, tenho a certeza que um dia poderia retribuir asua bondade."
Apesar de se rir por achar rídícula tal possibilidade, ainda assim, como não tinha nada a perder, resolveu libertá-lo.
Aconteceu que, pouco tempo depois, o Leão caiu numa armadilha colocada por caçadores. Assim, preso ao chão, amarrado por fortes cordas, completamente indefeso e refém do fatídico destino que certamente o aguardava
O Rato, reconhecendo o seu rugido,  aproximou-se e roeu as cordas até o deixar livre. Então disse:"O senhor riu-se da simples ideia de que eu não seria capaz, um dia, de lhe retribuir o seu favor. Mas agora sabe, que mesmo um pequeno Rato é capaz de fazer um favor a um poderoso Leão."
Fonte:http://sitededicas.ne10.uol.com.br/fabula3a.htm
Moral da História:
Nenhum ato de gentileza é coisa vã. Não podemos julgar a importância de um favor, pela aparência do benfeitor.

3 FÁBULAS DE LA FONTAINE