sábado, 21 de junho de 2014

Vamos escrever uma história...

                                             
Era uma vez duas crianças, a Clarisse e o João (eram irmãos gémeos), eles viviam numa quinta nos arredores da cidade de Portalegre com os seus pais. A casa onde viviam era grande, datava dos anos cinquenta do século XX, com muitas divisões, o seu interior era lindo e bem decorado. No exterior a casa era branca com muitas janelas verdes, algumas com grades de ferro forjado e varandas em seu redor. As coloridas trepadeiras que envolviam as paredes da casa davam um cheiro agradável e um ar harmonioso a todo o ambiente envolvente. Na quinta havia muitos animais e plantações variadas, pois os pais da Clarisse e do João eram agricultores. A Clarisse e o João eram crianças alegres e gostavam de viver ali. Era mesmo agradável viver naquela quinta!
Numa linda tarde de primavera em que, em Portalegre, o sol brilhava e se respirava  ar puro, a Clarisse e o João foram passear à cidade, acompanhados pela sua mãe. Quando passeavam descontraidamente e desejando de encontrarem algum amigo, cruzaram-se com as tias Lúcia e Sara que há muito tempo não viam.
- Olá meus amores, como estão grandes! Há tanto tempo que não os víamos!
As crianças mostraram-se um pouco aborrecidas, pois sempre que as encontravam faziam os mesmos comentários…
- É verdade! – disse a mãe, tentando disfarçar o mau humor das crianças.
A conversa prolongou-se e entretanto as crianças lembraram-se que, a última vez que estiveram com as tias fizeram o que quiseram, elas fizeram-lhes todas as vontades, o que nem sempre acontecia com a mãe… Então, resolveram falar da exposição sobre dinossauros que estava no convento de S. Bernardo e que a mãe tinha dito que não tinha tempo de ir lá com eles. Então, logo as tias lhes perguntaram:
- Querem ir ver a exposição?
- Queremos! – responderam as duas crianças muito entusiasmadas.
_Oh, mãe, deixa-nos ir com as tias! – gritaram as duas crianças, ao mesmo tempo.
A mãe começou por dizer que se fazia tarde para depois regressarem a casa, pois ainda tinha algumas tarefas a realizar na quinta. Mas, depois de alguma insistência por parte das tias, acabou por os deixar ficar com elas e lá foram à exposição que tanto ambicionavam.
As duas crianças, acompanhadas pelas tias, dirigiram-se ao local da exposição muito divertidas, felizes e ansiosas por ficarem a saber mais sobre aqueles gigantes animais que habitaram outrora a terra e que, entretanto foram extintos.
-Porque é que vocês estão tão entusiasmados com esta exposição? – perguntou a tia Sara.
- Os dinossauros habitaram a terra, através do seu estudo ficamos certamente a conhecer melhor o nosso planeta, a saber porque é que eles desapareceram e, talvez possamos aprender a lidar melhor com o nosso ambiente – explicou o João.
Mal as duas crianças entraram na exposição ficaram deslumbradas com os modelos representativos dos vários dinossauros. Então, com muita atenção observaram os modelos, leram as explicações que acompanhavam cada um. O ambiente da exposição era formidável, até os sons que cada modelo reproduzia era extraordinário, autêntico. As tias que inicialmente não estavam muito interessadas pela exposição, sentiram-se integradas e adoraram tudo o que viram e observaram.
- Olha, como era grande este dinossauro! – disse o João.
- Olha, aquele ainda era maior. – acrescentou a Clarisse.
As duas crianças maravilharam-se com o que observaram e leram com muita atenção a informação disponível ao longo da exposição e ainda fizeram perguntas, sempre que tiveram dúvidas.
- Realmente valeu a pena virmos! O que nós aprendemos! Devemos ter mais cuidado com o ambiente que nos rodeia, para que não aconteça a outras espécies atuais, o que aconteceu com os dinossauros! Que bom termo-nos encontrado!_ comentou a tia Lúcia, quando estavam a sair.
- Adorei! Obrigado, minhas tias, por nos terem trazido! – disse a Clarisse.
- Eu também adorei… – acrescentou o João.  
Já no exterior do bonito convento de S. Bernardo, as duas crianças que vinham radiantes encontraram o amigo Rui.
- Rui, vais ver a exposição dos dinossauros? - perguntou o João.
- Vou! Então vocês já foram? – respondeu o Rui que ia pela mão do avô.
A Clarisse e o João conversaram um pouco com o amigo e entusiasmaram-no muito a visitar a exposição com atenção para depois trocarem impressões sobre o assunto.
As duas crianças regressaram a casa muito felizes, pois tinha passado um tarde inesquecível. Assim que chegaram a casa, muito entusiasmados, contaram aos pais o que tinham visto. As tias que os acompanharam até a casa, alugaram um táxi, estavam também felizes por terem contribuído para a felicidade das duas crianças. A mãe, como tinha chegado mais cedo a casa, tinha preparado uma agradável surpresa, um jantar para toda a família. Estavam todos muito felizes.  

Texto coletivo da turma 6ºA 
 Língua portuguesa-professora Manuela Carrilho
  
  

       

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Torneio de xadrez na biblioteca

Realizou-se na biblioteca um torneio de xadrez em colaboração com o departamento de ciências e matemática dinamizado pelo professor João Luis Reis.

O Coelhinho Branco

O Coelhinho Branco

O grupo de alunos de educação especial da EB S. João Baptista desenvolveu ao longo do ano letivo um clube de leitura. Este projeto de trabalho resultou da parceria entre a professora de educação especial professora Altina, e a professora bibliotecária Francisca Russo.
Ao longo do ano letivo que agora terminou, os alunos desenvolveram atividades de leitura e escrita envolvendo diversos suportes. Na sequência da atividade desenvolvida os alunos trabalharam a história do Coelhinho Branco do António Torrado. Criaram e adaptaram as personagens que eles próprios executaram. Elaboraram os diálogos e decidiram que estavam prontos para apresentar o seu teatro de sombras.
Convidámos os alunos e as professoras do 1º e 2º ano que se quisessem disponibilizar para assistir à apresentação do teatro de sombras.
Chegou assim o grande dia, e os alunos cheios de emoção, deliciaram as diferentes turmas do 1º e 2º ano com o seu teatrinho de sombras.
Foi um longo percurso mas conseguimos chegar a bom porto. Gravámos o teatro em vídeo, para que a professora Altina o posso traduzir para linguagem gestual.
Em breve estará disponível virtualmente. Esperamos que apreciem!


quarta-feira, 11 de junho de 2014

Estamos todos entusiasmados



Os nossos professores de educação física organizaram uma corrida da Milha de apoio à nossa seleção.
Nós vamos participar.
Na 4ª feira vamos todos partir do jardim municipal até à sede do agrupamentoonde para cantarmos o hino nacional e hastear a bandeira de Portugal.
Pois, que a vida não são só leituras,este ano letivo trabalhámos muito, até pusemos em cena uma pequena peça de teatro,  já falaremos dela mais tarde, agora vamos ao desporto.
 Nós defendemos  "uma mente sã, num corpo são". Não acham?
Bora lá.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Semana da Leitura


A leitura enriquece a nossa perceção e visão do mundo, fruí-la é um direito de todos aqueles que de certa forma a ela estão ligados por dever ou por afeto. É uma obrigação de todos, assumir a responsabilidade de passar para as crianças o hábito da leitura.
 É nesta perspetiva que, a RBE e o PNL, desafiam todos os anos as bibliotecas, a celebrar a Semana da Leitura.
Tendo por base um convite da associação de solidariedade social Coração Delta, numa tentativa de angariação de fundos para o seu projeto social, as bibliotecas do agrupamento de escolas de Campo Maior, a Biblioteca Municipal, o Centro Educativo Alice Nabeiro, e a técnica superior de bibliotecas da Delta, reuniram-se para dar corpo a um evento que foi inédito.
 Embora exista proximidade geográfica, nunca se tinham conjugado esforços, ideias, e recursos, para trabalhar um projeto deste cariz; a semana da leitura, associada a uma feira do livro solidária, que decorreu de 17 a 21 de março no edifício frente ao hotel Santa Beatriz, envolvendo todas as crianças e jovens do concelho de Campo Maior, quer do ensino público, quer do ensino privado.
Correndo o risco de simplificar, atrevo-me a dizer que, do ponto de vista da promoção da leitura, entendida por mim, como um modo continuado de ações que permitam aproximar o livro dos potenciais leitores, descolarizando a leitura, sem descurar a qualidade literária, o balanço foi bastante positivo.
As bibliotecas do agrupamento de escolas de Campo
Maior, pretendem assim dar continuidade em futuras edições da Semana da Leitura, a este projeto de cooperação entre instituições, quer públicas, quer privadas, tendo em vista a promoção da leitura, com a finalidade de elevar os níveis de literacia e de fomentar as práticas de leitura e de lazer, associando entidades que possam ser uma mais-valia e um contributo na persecução dos seus objetivos.
                                                                                             A professora bibliotecária
                                                                                                          Março 2014
                                                                                                     Francisca Russo


quinta-feira, 3 de abril de 2014

“A Gatinha Perdida”

Reconto: Roberto Gaião

http://www.bibliotecasobral.com.pt/images/imagem5175.jpg

Autor:  Dug Steer
Ilustrador: Jonathan Lambert    
Reconto: Roberto Gaião
A mãe gatinha avisava sempre a Tabita para não se aproximar.
O balde não parou e de repente o cachorrinho viu a Tabita dentro do balde dele e foi ajuda-la.
A corrente acalmou,  mas Tabita já tinha as patas molhadas porque o balde tinha um furo lá em baixo e Tabita decidiu sair do navio.
A gatinha queria ir para casa, apareceram patos para a ajudar a gatinha e empurraram o balde para a margem. A gatinha saiu de dentro do balde, e viu uma garça que a ajudou a. A garça perguntou se ela estava bem. A gatinha ficou triste, porque o balde contínuo pelo rio abaixo e assim não ia ver a mãe.
O cachorro viu a gatinha, e de repente, viram um cisne que ajudou ajudar a gatinha.
A mãe cisne pegou na gatinha com jeito e ajudo-a.
A Tabita ficou muito contente por ver a sua mãe, e ficaram felizes para sempre.

Opinião dos colegas:
Matilde, Alexandre Bicho, Rudi
O Roberto leu muito bem, com atenção, respeitou os sinais de pontuação, leu com entoação 
e com ritmo adequado.
O reconto contém as ideias principais da história.


“OS OVOS MISTERIOSOS”

                                                   

  Reconto: Alexandre Bruno



Autor: Luísa Ducla Soares
Ilustrador: Manuela Bacelar


Era uma vez uma galinha que todos os dias punha ovos e a dona todos os dias lhos tirava.
A galinha decidiu fugir para a mata, quando lá chegou tratou de fazer um ninho, onde pós um ovo.A galinha decidiu ir à procura de comida. Quando ficou com a barriga cheia decidiu voltar para o ninho.
Quando chegou viu muitos ovos e decidiu chocá-los, deitou-se em cima deles.
Quando os ovos começaram a estalar nasceram aves e serpentes. Em último lugar nasceu um pinto.
A galinha decidiu não os abandonar porque não havia outra mãe para os criar.
O crocodilo só gostava de andar dentro da água mas ela não sabia nadar.
A avestruz devorava tudo o que havia.
Mas a galinha gostava muito de todos os animais que tinha chocado e tratava deles.
À serpente coçava as costas, ao papagaio falava com ele, à avestruz carregava-lhe comida, o pintainho esgravatava o chão para a ajudar a procurar comida, o crocodilo lavava-lhe os dentes. Depois apareceu um rapazinho e decidiu assá-lo. O frango, a serpente, o pássaro, o crocodilo e a avestruz ajudaram o frango, assustaram o rapaz e ele fugiu.
A avestruz decidiu levar o frango para casa.
Para festejar, a galinha juntou os filhos e fez-lhes um bolo. No fim os filhos fizeram uma roda e cantaram para a mãe galinha.
Opinião dos colegas:
Matilde- O Alexandre leu bem ,mas muito depressa o  que fez com que algumas palavras não se percebessem.
O reconto está de acordo com a história.
Tiago-Leu muito depressa não respeitou algumas pontuações. O reconto está de acordo com o texto.
Luís Bastos-Leu bem, um bocadinho rápido e por isso comeu palavras.
O reconto está de acordo com o texto e bem organizado.
Rúdi-Leu um bocado rápido. O reconto está bem.
Samuel-gostei da leitura, só que leu de forma acelerada e o reconto estava de acordo com a história. Muitos parabéns.
Opinião da Prof Altina-Leu de forma acelerada, trocou palavras e omitiu outras; o que dificultou a compreensão.
O reconto está bem organizado e contem as principais ideias da história.